sexta-feira, 10 de junho de 2016
Mais um dia que vejo... . A vida em suas formas cotidianas engraçadas e talvez sinceras.
A respeito do que vejo, vigio curiosíssimo a saber onde vai parar o anseio do fomento voraz de sermos tomados pelo sentimento agudo de viver cada um do seu jeito e modo de pensar, como animais animados pelo vigor capitalista, e declarado da sagaz sobrevivência humana.
Poucos com plena consciência e com consciência plena, menos ainda.
Somos tomados em nossa maioria, pela tarefa de sobreviver competindo uns contra os outros e a sinergia que se desvia do fluxo do bem se aguda em suas próprias e apropriadas individualidades humanas ao incorporamento do materialismo mental e ausência de abstração filosófica não materialista.
Quando sera o bastante, o limite, a decepção da razão...
Quando sera o deslumbre.... o abrir das cortinas do palco magnifico e metafisico real que é a existência.
Quando sera a fusão, a harmonia, o despertar para o bem comum genuíno... Talvez quando nada mais nessa terra restar alem de nós mesmos, porem o nosso eu atômico cósmico biologicamente divino... não capitalprogramado condicionalmente sobrevivendo, mas o nosso eu intacto, que envolto dos dogmas e paradigmas egocêntricos tem o seu verdadeiro nome, seu verdadeiro corpo, com todas natas capacidades enquanto existência nesse plano dimensional de terceira dimensão e dentro desse planeta azul magnifico ...
Estamos evoluindo, a duros e covardes percalços sem duvida !
Apesar de toda força contrariaempenhada, ainda sim.
Em quanto me encontro, dopado pela vontade suprema em visualizar algo novo, algo no sentido da linguagem do ser genuíno, perante minhas até então utópicas vontades, minhas conclusões em relação direta ao homem, tempo e existência, digo," nós seres humanos, somos seres conscientes, agindo inconscientemente e patologicamente sendo condicionados ao empoeiramento mental e construcoletivo."
Há tanto que ao homem em capacidade plural metafisicamente falando...
Existente porem encoberta pelo condicionamento mundano e materialista....
A força dedicada ao sufoco, ao auto limite imposto e principalmente ao violentamento da essência existencial humana é brutal.
O materialismo e sua particularidade em causar acumulo de solidificação na essência humana é um afronte sobre e diretamente a liberdade. Pois esta toda pertence por direito pleno ao homem e lhe é reservada, diante de sua herança cósmica.
Minha indagação gritante e rouca, compõe uma critica tamanha a dimensão de nossas grandezas, diante das nossas capacidades e possibilidades em que somos, que temos as empoeirarmos e as atrofiarmos a cada dia sem identificar a noção de nosso; "direito pleno pelo espaço próprio reservado".
Para muitos de nós seres humanos, infelizmente entupidos de futilidades idealistas e ecasses de sensibilidade humana, a meta é ser feliz sem incluir o bom senso de humanidade.
A vida alheia, ou os semelhantes ficam de fora da contemplação de alegria, conforto, saúde e prosperidade.
Há de ser melhor e competitivo.
Há de ser acima e consequentemente ser superior.
Ora, contra ele mesmo.
Indiferente o argumento a distinguir os corpos, argumentos em favor das semelhanças enquanto vida humana são garantidos de igualdade, por tanto se desfaz a individualidade e a soberba egoísta e infantil, materialisticamente falando.
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